Fetiche

Marx identificou uma qualidade mágica associada a uma coisa óbvia e de compreensão trivial: a mercadoria (commodity). No entanto, dizia, uma análise mais profunda revelará uma coisa estranha abundantemente construída em subtilezas metafísicas ou teológicas.

Antropologicamente refere-se à crença primitiva, por exemplo os totems, de objectos inanimados possuírem poderes supra-humanos ou divinos. Marx usa emprestadamente este conceito associando-o ao fetichismo de mercadoria.

(em construção...)

Criado/Created: 30-12-2019 [11:17]

Última actualização/Last updated: 28-03-2020 [17:50]


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(c) Tiago Charters de Azevedo